PSICÓLOGA CRP 06/137123

integra neurociência, psicologia clínica e filosofia clássica para tratar os sofrimentos emocionais, existenciais e relacionais que exigem mais que técnicas

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Quando compreender já não basta

Por algum tempo, acreditei que entender a própria história, reconhecer os gatilhos, compreender as emoções e organizar os pensamentos fosse o ponto decisivo de qualquer processo psicológico. E, de fato, isso traz alívio, clareza e melhora significativa dos sintomas.

Mas a prática clínica começou a revelar algo que não aparecia nos livros nem nas técnicas que aprendi desde a graduação.

Vi pessoas mais conscientes de si mesmas, com melhor qualidade nos relacionamentos, mais organizadas no trabalho e com a vida aparentemente no lugar. Ainda assim, quando surgia uma adversidade mais intensa, diante da emoção, não conseguiam se manter. É o conhecido “eu sei, mas não sinto assim”.

Além disso, tornou-se comum, durante o período de pré-alta, surgirem perguntas como: “E agora? É só isso? A vida é reduzir sintomas?”.

Essas perguntas não vinham de uma dor aguda, mas de algo mais silencioso. De uma sensação de vazio diante da ideia de que o sentido da vida pudesse se esgotar na melhora dos sintomas ou na adaptação ao cotidiano.

Foi nesse ponto que algo precisou ser revisto de maneira mais profunda. Não apenas na clínica, mas também em mim.

Entre os estudos, aprofundando-me cada vez mais na psicologia cognitiva, e as revisões dos casos acompanhados na época, algo começou a se tornar claro: a dificuldade em permanecer naquilo que já se sabia ser bom não estava apenas no campo cognitivo ou emocional, mas na capacidade de manter as escolhas quando as emoções pressionavam em sentido contrário.

Havia clareza, mas faltava firmeza.
Havia entendimento, mas faltava direção.

Foi nesse ponto que passei a me debruçar sobre uma pergunta decisiva: o que, de fato, orienta o agir humano?

Não no sentido de abandonar o que funcionava, mas de reconhecer que a compreensão, sozinha, não basta. Ela precisa estar integrada a uma estrutura mais profunda, capaz de ordenar os afetos, orientar as decisões e dar continuidade às escolhas ao longo do tempo.

Isso mudou o meu critério de trabalho

Passei a conduzir os atendimentos a partir de uma pergunta simples e exigente: o que precisa ser fortalecido para que uma pessoa consiga escolher bem, mesmo quando não se sente bem?

Essa pergunta desloca o centro do processo. O foco deixa de ser apenas entendimento e redução de sintomas, e passa a ser sustentação.

Não se trata de eliminar emoções nem de controlá-las, mas de aprender a não ser conduzido por elas.

O que acontece quando a clareza se torna realidade

Cada história é o reflexo de quem decidiu viver, na prática, o que antes só compreendia na teoria

Caminhos possíveis de acompanhamento

Minha missão é criar a ponte entre o entendimento e a vivência, entre o saber e o sustentar.

Para quem é
Para você que lida com ansiedade, estresse, sobrecarga emocional ou burnout e percebe que, mesmo compreendendo o que acontece consigo, têm dificuldade em se manter firme e constante no dia a dia.

Quando faz sentido
Quando os sintomas já foram identificados, muitas vezes reduzidos, mas a instabilidade retorna diante do cansaço, da pressão ou das exigências constantes. Ou seja, há clareza sobre o que precisa mudar, mas também dificuldade em sustentar isso ao longo do tempo.

O que muda
O processo psicoterapêutico é conduzido com foco em fortalecer aquilo que sustenta o agir, te ajudando a lidar com as emoções sem ser conduzido por elas e a manter suas escolhas mesmo em contextos difíceis.

Para quem é
Para pessoas que convivem com ansiedade, estresse ou burnout e desejam compreender, de forma mais profunda, os padrões internos que sustentam esses quadros.

Como funciona
Os grupos são organizados por temas e utilizam uma linguagem simbólica para ajudar na identificação dos hábitos ruins presentes no cotidiano, especialmente aqueles que alimentam a ansiedade, a sobrecarga e o esgotamento emocional.

O foco do trabalho
O processo envolve reconhecer esses padrões, compreender seus efeitos no cotidiano e iniciar a prática dos seus antídotos, com exercícios concretos voltados ao fortalecimento da vontade e à sustentação de decisões no dia a dia.

Para quem é
Para pessoas que apresentam dificuldades cognitivas que impactam o trabalho, os estudos ou o cotidiano e necessitam de uma compreensão mais precisa do funcionamento cerebral.

Quando faz sentido
Quando há dúvidas relacionadas à atenção, memória, funções executivas ou quando o processo psicoterapêutico demanda uma avaliação mais técnica para melhor direcionamento do acompanhamento.

O que muda
A avaliação oferece clareza e direcionamento, evitando tentativas genéricas e permitindo intervenções mais adequadas à sua realidade.

Para quem é
Para psicólogos e terapeutas que desejam aprofundar o manejo clínico a partir de uma compreensão do ser humano em sua totalidade, considerando corpo e alma de forma simultânea.

Quando faz sentido
Quando a técnica já não responde sozinha às dificuldades do caso e surge a necessidade de critérios mais sólidos para condução clínica, tomada de decisão e sustentação do trabalho no dia a dia do consultório. A supervisão é indicada independentemente da abordagem teórica do profissional.

Como o trabalho é conduzido
A supervisão acontece em grupo e tem como eixo a antropologia tomista que amplia o olhar sobre o paciente, permitindo analisar o manejo clínico para além das categorias habituais da psicologia moderna. O foco não está na abordagem utilizada, mas na leitura integral do ser humano e nas escolhas clínicas que decorrem dessa leitura.

Acredito que quem sofre não precisa de mais técnicas soltas, mas de um caminho que realmente sustente aquilo que já sabe.

Perguntas
Frequentes

Sou psicóloga, especialista em Neuropsicologia, Logoterapia e Psicologia Tomista.
Minha atuação clínica integra esses campos para compreender o ser humano em sua totalidade, indo além da leitura exclusivamente sintomática.

Atendo pessoas que lidam com ansiedade, estresse, sobrecarga emocional e burnout, especialmente quando já possuem consciência de si, mas sentem dificuldade em sustentar escolhas e mudanças no cotidiano.

A supervisão é voltada ao manejo clínico, com foco na leitura do ser humano em sua totalidade.
Trabalhamos a condução dos casos a partir de uma antropologia que considera corpo e alma simultaneamente, oferecendo sustentação ao raciocínio clínico e às decisões do profissional.

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